Regularização Imobiliária e Usucapião Extrajudicial: Conquistando a Segurança da Escritura Pública
Estima-se que mais de 50% dos imóveis no Brasil apresentem algum tipo de irregularidade documental, seja por ausência de habite-se, contrato de gaveta, pendências de loteamento ou falta de inventário anterior.
1. Riscos de um Imóvel Irregular
Impossibilidade de venda por financiamento bancário (desvalorização de até 40% do valor de mercado).
Insegurança contra penhoras e cobranças de dívidas em nome do antigo proprietário registral.
- Dificuldades severas no momento de transmitir o patrimônio para herdeiros em inventário.
"Quem não registra, não é dono. Apenas a matrícula em nome do legítimo proprietário confere a plenitude do direito de propriedade."
2. Usucapião Extrajudicial: Agilidade sem Processo Judicial
Com as atualizações do Código de Processo Civil e provimentos do CNJ, é perfeitamente viável obter a propriedade definitiva diretamente no Cartório de Registro de Imóveis da comarca, comprovando o tempo de posse mansa, pacífica e ininterrupta.
3. Etapas da Regularização
1. Levantamento topográfico, planta e memorial descritivo.
2. Análise minuciosa da cadeia dominial e certidões imobiliárias.
3. Ata notarial lavrada em Tabelionato de Notas.
4. Registro definitivo no Cartório de Imóveis competente.